Terça, 19 de Outubro de 2021
86 98114-0201
Destaques Prevenção

ESCLARECER/Doença da urina preta será debatida em Barras. 'No Piauí não há casos'

É nesta quarta-feira (22) as 8:00 horas na câmara de Barras

22/09/2021 06h03 Atualizada há 4 semanas
Por: Redação Fonte: Maria Carcará, do longah
reprodução
reprodução

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Barras  convida todos piscicultores, vendedores, consumidores, representantes de ração e a sociedade de maneira geral, para debater na Câmara Municipal de Barras, na quarta-feira (22) as 8:00 horas, sobre a doença de Haff.

O objetivo da reunião é discutir e esclarecer a população sobre esta doença, que vem afetando economicamente toda cadeia da piscicultura no Piauí, devido a divulgação da doença através da internet e em alguns meio de comunicação. A doença é transmitida pelo peixe. Sem o devido esclarecimento a população da transmissão da doença, que por falta de conhecimento, estão deixando de consumir pescado, principalmente o peixe criado em criatório.

NO PIAUÍ NÃO HÁ CASOS DA DOENÇA, DIZ SESAPI

A Secretaria de Estado da Saúde, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Piauí (CIEVS-PI), publicou nota alertando a população sobre o crescente número de casos suspeitos de Doença de Haff/urina preta em alguns estados da Federação. A nota é de cunho informativo, uma vez que o Piauí não registra nenhum caso suspeito ou confirmado da doença.

A doença de Haff, causado pela ingestão de peixes ou crustáceos contaminados, deixa a urina com coloração escura, provoca dores musculares e insuficiência renal, já foi diagnosticada em pelo menos sete estados brasileiros, dentre eles Amazonas, Bahia, Ceará e Pará. Os sintomas aparecem de duas a 24 horas após o consumo dos alimentos contaminados.

Segundo a coordenadora de Epidemiologia da Sesapi, Amélia Costa, o Cievs está monitorando os casos ocorridos em outros estados com o objetivo de antecipar as ações com maior eficiência em prol da segurança alimentar da população piauiense. De acordo com a coordenadora, o pescado proveniente de empreendimentos que promovam boas práticas de manejo e manipulação, tanto na produção, quanto na sua comercialização, não representam riscos.

No entanto, a epidemiologista alerta que é importante o consumidor observar a forma que o pescado está acondicionado. “Esses alimentos devem sempre ser guardados em baixa temperatura, e consumidos o mais breve possível após sua compra, evitando deixá-los muito tempo na geladeira, já que as condições sanitárias são importantes para evitar contaminação”, garante Amélia Costa.

Ele1 - Criar site de notícias